Crianças podem ter suas histórias contadas por um aplicativo de celular

A função que detecta a sua voz e realiza os comandos solicitados por você, o Google Assistente, agora reproduz mais de 30 audiolivros com histórias infantis gratuitamente.

Histórias conhecidas mundialmente como João e Maria, Iara, Lobisomem, Os Três Porquinhos, Rapunzel, fazem parte do catálogo de 30 audiolivros. Para isso é necessário que os pais instalem no smartphone o app Google Play Livro.

Crianças menores de 13 anos, com a autorização dos pais, podem ter login e senha com uma conta própria.

Para acessar umas das histórias é muito simples.
Basta dizer o comando com o nome Ok Google, me conte a história da Rapunzel.
 
 
Crianças x Smartphone
 
Qual a idade para presentear seus filhos com um aparelho celular?
Essa é uma dúvida que costuma pairar entre pais de crianças e adolescentes. Uma pesquisa realizada em 2018 com mais de 2 mil pais, com filhos entre 10 e 12 anos, apontou que quase todos já haviam recebido um pedido das crianças para ter seu próprio smartphone. E 72% delas já haviam conquistado o próprio aparelho. Entre as crianças de 4 e 6 anos, um quarto delas já tinham o próprio smartphone.
 
Metade dos pais entrevistados não estavam satisfeitos, achavam que os filhos usavam mais do que deveriam o smartphone.
 
Um estudo canadense, publicado no início desse ano, apontou que crianças que usam excessivamente celulares, tablets e outras telas podem ter atraso no desenvolvimento na linguagem social.
 
A TIC Kids Online, fez uma pesquisa com 3 mil famílias brasileiras, com filhos entre 9 e 17 anos sobre os seus hábitos a respeito da internet, entre outubro de 2018 e março deste ano, e chegou aos seguintes fatos:
 
– dois terços disseram usar a internet para fazer trabalhos escolares;
– mais de 16% das crianças e jovens entrevistados viram formas de machucar a si mesmos online;
– 14% tiveram contato com conteúdo que mostravam como cometer suicídio;
– quase metade viu alguém sofrer discriminação na internet nos últimos 12 meses;
– 21% dos entrevistados disseram que já deixaram de comer ou dormir por causa da internet.
 
Isso não significa que crianças e jovens precisem ser afastadas da internet, mas que os pais devam refletir e discutir com seus filhos sobre formas de como utilizar melhor essa ferramenta, sem interferir no desenvolvimento social deles e no convívio familiar.
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